O DIA DAS BRUXAS.

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Olhão.
Aproxima-se o Dia das Bruxas, uma festa que nada tem a ver com a cultura portuguesa mas, o comércio aproveita-se do fato de as crianças e adolescentes terem uma grande predileção por tudo o que é inglês ou americano e muito antes do fim do mês já a publicidade aí está em força. Ainda há poucos anos atrás, esta festa era completamente desconhecida no nosso País.
(O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa de um evento tradicional e cultural, que ocorre basicamente em países de língua inglesa, mas com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos .  
O primeiro registro do termo “Halloween” tem cerca de 1745 anos. Derivou da contracção do termo escocês “Allhallow-eve” (véspera do Dia de Todos os Santos) que era a noite das bruxas.   
Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening Hallowe’en Halloween. Rapidamente se conclui que o termo Dia das bruxas não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.  
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows’ Eve.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no Séc. XIX, ficou assim conhecida como “dia das bruxas”, uma lenda histórica.)

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PELA SUA SAÚDE, MEXA-SE.

Olhão.
As recordações são muito importantes nas nossas vidas, especialmente quando já temos a idade que temos. Mas nem só de recordações vive o Homem. Recordar é viver mas também pode ser muito nostálgico. Por tudo isso eu entendo que devemos ter tempo para tudo. E é por isso que todos os dias faço a minha caminhada. Caminhar é, primeiro que tudo, deixar o bafio das nossas casas. Depois apanhar ar fresco. Ver a cidade à nossa volta. Ver pessoas e animais. Ver os campos e apreciar as flores. Vamo-nos habituando a conhecê-las. Ver edifícios lindos, uns estranhos outros em ruínas. Hoje em dia até podemos apreciar a malfadada ‘arte moderna’ dos Graffiti. O vai vem apressado das pessoas que procuram chegar a horas ao emprego. A correria desalmada de alguns condutores apressados. Percorrer o Parque da nossa zona calmamente procurando adivinhar que árvore é aquela, que flor bonita além, ou uma ave que não via há muito tempo. Até mesmo um esquilo que pensávamos não existir por aqui. Tudo isto nos faz andar, e depois, olhando para alguns prédios encontramos sempre pequenos pormenores que nos chamam a atenção. Até os grandes painéis de azulejos que sempre passámos por eles a correr, desta vez ficamos admirados por nunca os termos visto. Uma cidade, por muito pequena que seja tem sempre muita coisa para ver. Eu vivo numa cidade pequena, conheço quase todas as suas ruas, mas todos os dias chego a casa com fotos de coisas que eu nunca pensava que existiam. Entrar nos Mercados é uma excelente ideia porque não só nos vamos  inteirando dos preços como podemos apreciar as frutas e legumes frescos e da época. Os peixes e a sua enorme variedade tem sempre muito para ver. Depois do almoço, é que me começo a sentir cansado. Durmo a minha sesta e depois do lanche dedico-me à leitura. Muito raramente saio à noite. Entretenho-me com o computador, muito pouca televisão e no final, xixi e cama.
As caminhadas feitas por nós, que já não somos novos, podem ser feitas de várias maneiras. Tudo depende da capacidade de locomoção de cada um. Se não tem problemas de pernas, como eu, apesar de ter má circulação, a caminhada pode, e deve ser em passo um pouco acelerado. Se tiver mais dificuldade em se mexer, faça coisas mais ligeiras, como caminhar devagar, passear no Parque, entrar no Mercado ou até mesmo num Centro Comercial. Tudo serve. O que nunca se deve fazer é ficar enterrado no sofá em frente da televisão.
PELA SUA SAÚDE, MEXA-SE!Imagem
Na última Mamamaratona, em Portimão, foi  assim. 6100 pessoas.

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