AS FLORES DO MEU QUINTAL: Gerbera.

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Gerbera.

Gerbera, é um género de plantas herbáceas ornamentais pertencente à família das Asteraceae (ou Compostas), a mesma do girassol e das margaridas, cultivada em grandes quantidades pela sua flor muito apreciada em arranjos ornamentais e como planta decorativa de exteriores nas regiões de clima temperado de ambos os hemisférios. Em 1737 o naturalista holandês Jan Frederik Gronovius atribuiu o nome Gerbera ao género, em homenagem a Traugott Gerber, um médico e naturalista alemão que trabalhou na Rússia. O nome vulgar gerbera, ou gérbera, é aplicado indistintamente às espécies do género e às suas flores, as quais são em geral comercializadas sob aquela designação, muitas vezes seguida de uma indicação específica ou varietal (por exemplo gerbera-do-transvaal, ou gerbera-púrpura).
Há quem defina assim as Gerberas:
“A gérbera significa a pureza e a inocência das crianças, a beleza da vida e a energia positiva da natureza.
Representam também a sensibilidade e sensualidade, amor e nobreza, alegria e simplicidade além de pureza.
As gérberas são a escolha perfeita para expressar sentimentos de sucesso e são ideais para manter a jovialidade e dinamismo nos ambiente.”

Imagem

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Celosia.

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Celosia.

As flores da Celosia argentea plumosa, de cores vivas parecem um penacho de penas, algumas flores na vertical, como plumas de avestruz, outras são de crista, como as cristas de galos. No entanto, esta anual, que produz flores a partir do meio do Verão ao inicio do Outono, também está disponível em uma posição estranha, a forma enrugada procurando o que é dito para se assemelhar a um cérebro. As flores de longa duração vêm em vermelho, amarelo , rosa, damasco, laranja, roxo, salmão e creme. Tornou-se muito popular como flores cortadas e secas por causa das suas brilhantes flores vermelhas e amarelas, podem ser cultivadas a partir de sementes. No entanto, não é recomendado para o jardineiro iniciante. As sementes são muito pequenas, muito sensíveis à podridão, e muito exigentes quando se trata de transplante, pelo que, é preferível comprá-las já estabelecidas.

Mantenha-as regadas durante os períodos de seca. Para obter o número máximo de flores, tente beliscar fora das flores primeiros. É das tais plantas que carecem de atenção e certos cuidados, sendo preferível a água de poço.

Imagem

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Flor da carnívora Drosera.

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Flor da carnívora Drosera.

As plantas carnívoras foram descobertas e referenciadas pela primeira vez no séc. XVIII, mais precisamente em 1768, quando o botânico inglês J. Ellis chamou a atenção para o curioso processo de captura de insectos em Dionaea muscipula. Desde essa data, mais de seis centenas de espécies de plantas foram estudadas e adicionadas ao rol das consideradas carnívoras.
Apesar desta curiosa capacidade de se nutrir de animais, propriedade que era tida como exclusiva do reino animal, as plantas carnívoras mantêm todas as características de qualquer outro ser vivo do reino vegetal: são plantas verdes onde ocorre fotossíntese. Contudo, para assegurar a sua vitalidade e sobrevivência, estas plantas necessitam de completar o seu metabolismo com os aminoácidos resultantes da digestão de pequenos animais.
Essas incríveis criaturas desenvolveram-se através dos tempos, sobrevivendo em locais em que o solo sempre foi muito pobre em nutrientes, tais como pântanos e brejos. De maneira gradual, foram modificando suas formas a ponto de conseguirem atrair e aprisionar insectos, para complementar sua parca dieta. Em Portugal estão referenciadas oito espécies de plantas carnívoras espontâneas, pertencentes a duas famílias (Droseraceae e Lentibulariaceae), no entanto, a ausência de estudos recentes de biologia, ecologia e distribuição não permite afirmar, com absoluta certeza, que todas essas espécies ainda possam ser encontradas em território nacional.
No meu quintal, uso-as para ajudar no combate aos mosquitos.

Imagem

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Vinca.

AS FLORES DO MEU QUINTAL: Vinca.

VINCA (Catharanthus roseus), Popularmente conhecida como Vinca, Vinca-de-gato, Vinca-de-madagascar, Boa-noite, Bom-dia e Maria-sem-vergonha. Planta perene, tropical, muito rústica e pouco exigente, com delicadas flores simples, róseas, com o centro de tonalidade mais forte. Muitas vezes surge até como planta espontânea nos jardins. Existem ainda variedades com flores de pétalas mais largas ou mais estreitas, assim como nas cores vermelha, roxa ou branca, com o centro branco ou róseo, embora não apresentem a mesma rusticidade da planta original. A folhagem é ramificada na base e suas folhas são ovaladas, com nervura central mais clara. As vincas podem enfeitar nossos jardins, em maciços, bordaduras, vasos ou jardineiras. A floração se estende por todo o ano.
Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil e com regas regulares. A retirada dos ponteiros na fase inicial estimula a ramificação nesta espécie. Deve ser trocada a cada dois anos, pois perde a beleza inicial. Multiplica-se por sementes ou mudas que se formam nas proximidades da planta mãe.
Por vezes, aparece-me no quintal, sem eu saber de onde vem. Gosto muito dela porque não dá trabalho e está sempre dando flores.

Imagem

%d bloggers like this: