O HOMEM DE PEQUIM de Henning Mankell:

 

O HOMEM DE PEQUIM de Henning Mankell
Terminei hoje de ler este policial, de 520 páginas, de que gostei muito. A
história é fantástica e muito interessante mas o final nada tem de interesse.

Em Janeiro de 2006, uma pequena
aldeia no Norte da Suécia assiste a um massacre sem precedentes. Dezanove  pessoas brutalmente assassinadas é o balanço
final. A polícia inclina-se a pensar que só uma pessoa com perturbações mentais
poderá ter levado a cabo tamanho acto de violência, mas Birgitta Roslin tem
outra opinião. Ao ler a notícia no jornal e se aperceber que tinha relações de
parentesco com duas das vítimas, Birgitta decide investigar por conta própria –
e tudo indica que também ela se poderá em breve tornar um alvo… Publicado em
cerca de 20 países, O Homem de Pequim é mais um thriller magistral de um dos
dez autores que mais venderam na Europa em 2009.

Biografia: Henning Mankell, escritor e
argumentista, nasceu em 1948, numa pequena cidade do Nordeste da Suécia. Casado
com uma das filhas de Ingmar Bergman, Mankell foi durante muito tempo
dramaturgo e director de teatro. O seu primeiro romance foi publicado em 1973,
mas tornou-se conhecido em todo o mundo com a obra Assassino Sem Rosto e
outros romances policiais, em que o protagonista é o oficial da Polícia de
Ystad, Kurt Wallander. Publicou ainda muitos romances para crianças e jovens,
sendo frequentemente premiado. As suas obras já venderam mais de 30 milhões de
exemplares em mais de 40 países. Desde há muito tempo divide o seu tempo entre
a Suécia e Moçambique, onde trabalha como director do Teatro Avenida.

1 Comentário (+add yours?)

  1. aline xavier
    Jun 13, 2011 @ 22:17:03

    Achei decepcionante este livro de Mankell. Uma juíza que fornece seu endereço a estranhos, faz passeios noturnos, refere “provas” sem dispo-las, uma arma grande que jamais daria entrada na Suécia pela mão de um chinês sem ser detectada, uma crise de casamento sem densidade, uma repetição interminável de uma rasa visão dos dilemas da China atual. Em suma, muitas páginas para inverossimilhança, ingenuidade, simploriedade. A trama peca pela falta de “costura”, como também pela superficialidade dos personagens e seus “motivos”. Uma lástima!

    Responder

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