MARCHA-PASSEIO NO COROTELO:

14/FEV/2010 – Às 9 horas da manhã o autocarro da Câmara Municipal de Olhão saíu da Estação da CP em direcção ao Corotelo, perto de São Brás de Alportel para que nos integrassemos na Marcha-Passeio que hoje se realizou nesta localidade.
 
Chegámos aqui meia hora depois. Não chovia e o tempo estava mesmo bom para caminhar tanto mais que o frio (8º) não era para estar quieto. Era preciso que a malta se mexesse.
 
E o pequeno largo foi-se enchendo de pessoas que se íam cumprimentando.
A Apolónia foi apreciando os disfarces de Carnaval e havia muitos.
O aquecimento foi muito fraquinho. As Câmaras ou as Juntas de Freguesia continuam a descurar este exercício muito importante para quem vai fazer um determinado esforço tanto mais que aqui havia muitas subidas e descidas. Até houve um aquecimento o que sempre é melhor que nada mas ninguém se podia mexer pois o local escolhido era muito apertado e ainda por cima havia demasiadas viaturas a entulhar ainda mais. O que valeu foi a intervenção do Hélder que, como é o seu hábito, não consegue estar parado, vai daí começa logo a puxar pela malta e lá fomos fazendo alguns exercícios de aquecimento.
Como podem ver nesta fotografia era muito apertado para fazer exercícios de aquecimento. Nós sabemos que se trata de uma povoação da serra e que espaços largos não deve haver muitos pelo que compreendemos perfeitamente estas situações.
Devido ao facto da rua ser estreita ninguém reparou quando é que foi dada a partida e assim o pessoal foi ladeira acima.
A paisagem prometia. Apesar do esforço da subida valia a pena olhar para trás.
Até a Apolónia que vai sempre com os olhos no chão, com medo de cair, reparou nas bonitas flores à beira da estrada.
E até eu, que não perco nada, reparei neste lindo relógio de sol. Há muito tempo que não via um. E pela brancura da pedra me parece que vem das pedreiras locais, que por aqui há (ou houve) muitas.
As árvores grandes dão sempre bonitas fotografias como esta e se estiverem floridas melhor.
Ao chegar aqui ficamos de boca aberta com a paisagem. Agora é sempre a descer e apreciar. Isto de caminhar também faz bem à vista.
Mesmo olhando para trás, a vista continua impressionante o que facilita muito a caminhada.
A placa diz-nos onde estamos. Todos sabem. Mas assim a fotografia fica bem identificada.
E aqui, alguém tem dúvida de que estamos no Algarve? Claro que não. Mas uma chaminé azul? Isto só pode ser coisa de estrangeiros.
A Apolónia continua apreciando as árvores floridas. É que ela nasceu em Fevereiro.
Daqui vê-se S. Brás de Alportel lá ao fundo. A vista é espectacular e a Apolónia senta-se para apreciar.
A marcha continua e as pessoas não se cansam de apreciar a paisagem.
Apreciar a paisagem, encher os pulmões de ar puro da montanha implica andar mais devagar mas vale a pena.
Com uma paisagem destas quem é que quer andar depressa?
Esta foto foi tirada porque estas meninas queriam aparecer no boneco. Aqui está.
Aqui é que eu começo a ficar para trás. Tenho uma planta destas no meu terraço mas ainda não dá flor. É linda.
Depois aparece-me esta. É uma Kalanchoe que é conhecida por Mil Mães visto que das suas folhas saem umas bolinhas que ao cair no chão cria uma nova planta. É muito bonita mas temos que ter cuidado porque se não repararmos passado uns tempos temos o jardim cheio destas plantas. 
E em seguida vejo mais uma suculenta e estas crescem com relativa facilidade.
Mas ainda não é tudo. Também me apareceu esta suculenta de folhas largas que eu ainda não tinha. Toca de apanhar umas podas para o meu terraço e quando dou por mim já os outros íam longe.
Ao chegar ao final da caminhada tinhamos um lanche à nossa espera. Eu atraquei-me a uma fatia de folar e um sumo de maçã, que deu até chegar a casa. É engraçado porque as Câmaras da Serra são muito mais hospitaleiras do que as do Litoral. Por aqui há sempre um lanchinho para nos aconchegar. E nós agradecemos.
Viram como é fácil aconchegar a barriga até chegarmos a casa? Parece que não é nada mas depois de uma caminhada cai que nem ginjas. A todos obrigado.
Mas antes de nos irmos embora ainda gostei muito do barrete desta menina e tive que lho dizer.
Aqui fica o registo da nossa presença. Gostámos muito do passeio. Foi a Marcha-Passeio mais difícil que já fizemos, devido às subidas e descidas mas também a mais espectacular a respeito de paisagem.
E por último faço sempre um apanhado da caminhada. Àgua, laranjas, brinquedos de carnaval, jornal que não pode faltar e as plantas que vou apanhando pelo caminho.
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OS TROFÉUS DA FESTA:

Esqueci-me de incluir esta foto na Festa de Carnaval das Turmas Séniores de Ginástica de Olhão que ontem se realizou. Como podem ver os troféus são um autêntico espectáculo. Foram muito bem concebidos e enchem o olho a qualquer pessoa. Não sei quem foi o artista mas seja quem for aqui fica a minha admiração e penso que a de toda a gente que lá esteve. Uma das principais atracções do Carnaval não é só a diversão. A coreografia visual deve ser talvez tão importante como a diversão. Só assim se explicam as apresentações dos ‘corsos’ carnavalescos. Pois esta simples estatueta mostra toda a alegria visual do Carnaval. Parabéns áqueles que a fizeram.

FESTA DE CARNAVAL SÉNIOR DE OLHÃO:

OLHÃO, 12/FEV/2010. Esta tarde realizou-se a Festa de Carnaval das Turmas de Ginástica Sénior de Olhão. À entrada havia um local para os mascarados se inscreverem num desfile em que um júri iria apreciar qual a melhor fantasia.

Ao entrar já o bailarico ía animado.

Demos uma volta para apreciar o ambente. Lá fora chovia. Aqui dentro estava-se bem.

A mesa fazia crescer água na boca. Estava um pouco mais pequena que no Natal, o que não admira porque estava muito menos gente. Como cada um leva qualquer coisa, nota-se na megresa da mesa. Mesmo assim estava deliciosa.

A Apolónia vem muito bem disfarçada. Escolheu mal o traje de palhaço por ser demasiado vulgar. De qualquer forma foi à vontade dela e até estava muito bem ataviada. Como não podia deixar de ser tinha que pôr a conversa em dia.

Lá encontrou outro colega de ‘profissão’.

Isto é uma festa de ‘séniores’. Era suposto estar cheia de adultos mas as crianças eram muitas. É claro que nós (os séniores) nos movemos por causa delas. Se elas estão felizes é quanto nos basta a nós por isso a minha objectiva (da máquina, claro) não deixa escapar as crianças.

E a malta continua bailando, pulando, gritando e os índios rondando.

Até o Robin dos Bosques trazia companhia.

Nem o baile de roda faltou. Lá vão todos em fila indiana.

Continua animado o baile. Ninguém pára.

As crianças riem, pulam, correm e beliscam as bolachas.

Freiras, palhaços, crianças e outros vão-se divertindo.

E não páram, ródam sempre.

O ambiente é bonito de se ver… e sentir.

Uma abelhinha amorosa.

A festa sem o Hélder já não era festa. Ele sabe animar a festa. E a profª Elsa tal como as suas colegas são o motor destas organizações só para nos darem tempo ao tempo.

Olha! Outra abelhinha. Será a mesma?

O Espantalho que ganhou o 1º Prémio e o Homem do Penico que tirou o 3º lugar. E já agora devo dizer que para mim este Penico e o seu dono foram para mim, e para a Apolónia, os melhores. Sem desfazer dos outros o homem do Penico encheu-me as medidas. Mas o Júri lá tinha as suas razões. Eles levam em conta muitas outras medidas que não nos passam pela cabeça. Por isso, eu acho que os membros do júri, ao atribuir os prémios deviam pegar no microfone e explicar aos presentes porque razão o faziam. Não acham?

A Apolónia não deixa escapar um bolo. É muito gulosa. Eu nunca a deixo comer bolos (desculpem lá, mas o açúcar e o sal são os dois grandes venenos da nossa sociedade) e por isso nestas ocasiões ela sabe que eu fecho os olhos e então aproveita.

Há que dar mais uma voltinha pela mesa. Ninguém gosta de sair com a barriga vazia… excepto eu que não consigo comer um doce. Creio que só o fazia se estivesse a morrer à fome.

Os balões são coisas que encantam as crianças e elas divertem-se.

E aqui fica um pequeno relato da nossa festa. Podia ter sido melhor e mais extenso mas como tinha na mão uma máquina de filmar não podia fazer tudo ao mesmo tempo. Tenho pena de não ter podido fotografar a coreografia dos professores e o desfile das fantasias mas não se podem fazer duas coisas ao mesmo tempo.

MARCHA-PASSEIO DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO:

7/FEV/2010 – Como vai sendo habitual, saímos do Largo da Estação de Olhão, eram 8,30h e uma hora depois estávamos em Vila Real de Santo António para a Caminhada que se ía realizar nesta localidade.

A concentração foi feita neste Complexo Desportivo, aliás, muito bonitinho.

Tão bonitinho que nem sequer fizeram aquecimento para o pessoal. Assim não vale. O aquecimento é muito importante e não sou eu que vos vou explicar porque razão é importante. Todos vocês sabem isto muito bem. Então porque é que certas Câmaras não fazem aquecimento? Será para não estragar a relva? A malta nem precisava da relva. Qualquer estradinha servia. Já estamos habituados.

Mas a malta nem sequer vem para aqui só para andar. É preciso desenferrujar a língua e isso é a primeira coisa que as mulheres fazem. Por alguma razão elas são maioritárias nestas andanças. Mas todos gostam de conviver. Já quase todos se conhecem e é hora de pôr a conversa em dia.

E nós lá tirámos o ‘boneco’ para mais tarde recordar.

Os barquinhos fizeram-se para andar dentro de água mas aqui é a água que anda de barquinho. Será que tem alguma utilidade a água dentro dos barcos. A gente sabe que é da chuva mas se a água não tivesse qualquer utilidade então certamente colocariam os barcos virados ao contrário. Não façam caso, os ignorantes são piores que as crianças, só fazem perguntas parvas.

E a malta lá se vai chegando para a partida. E realmente hoje pregaram-nos a partida.

Estou-me sempre a queixar das partidas desorganizadas. Não foi o caso de hoje. Obrigaram a malta a vir para este lado da pista e achei muito bem porque assim os apressados contiveram-se mais um pouco. Até a Apolónia estava na frente.

O pessoal juntou-se todo, e, como se pode ver estava muita gente. Até as crianças já começam a gostar de vir.

Ora vêm como uma partida organizada tem outra graça. A malta deu a voltinha à pista e saiu por este portão que foi aberto de propósito. Para alguma coisa serve um belo estádio.

E toca a meter pelo pinhal adentro. Toda a caminhada foi feita dentro deste pinhal. O único inconveniente é que a paisagem é sempre a mesma, mas mesmo assim é muito agradável e o terreno que pisávamos era muito bom embrora fora dos carreiros só houvesse areia.

Como se pode ver, por onde o pessoal vai andando é um terreno duro, de pedra miudinha que dá um óptimo andar mas ao lado, por onde passam os TT vê-se que é só areia.

E lá vamos andando, quase em fila indiana, conversando, outros resmungando com a vida e com a crise e o engraçado nestas caminhadas é que pouco se fala de futebol. Coisa que me tem admirado bastante. Porque o pessoal também precisa de esquecer o futebol. É que o verde está em crise e como a paisagem é verde… realmente, não apetece.

Vê-se muita madeira escura à beira dos caminhos. Será que também aqui chegaram os incêndios? É bem provável.

O dia estava muito agradável para caminhar. Desde que não chova, está sempre bem.

A Apolónia arranja sempre com quem conversar. É assim que ela gosta. Já apanhámos uma caminhada em que não conseguiu falar com ninguém. Nesse dia fartou-se de dizer que não gostou nada do passeio.

E lá apareceu uma garrafita de água que vinha mesmo a calhar. Nós resmungamos porque não há laranjas.

Tem chuvido bem como se pode ver o que também é bom porque baixa o pó e não há tanta alergia no ar.

É um gosto ver esta paisagem sem nada que a polua.

Chegámos a um ponto em que havia muitos pombais. Foi engraçado de ver os pombais muito bem arranjadinhos e bem integrados no local.

E toma lá mais uma garrafinha de água. Laranjas nem vê-las quanto mais um pãozinho com chouriço. Normalmente as Câmaras do litoral só nos dão água e nada mais. O pãozinho com chouriço, as laranjas ou até mesmo uma maçã só lá para a serra. E o curioso é que são as Câmaras mais pobres que mais dão.

Esta foi a única flor que encontrei em todo o caminho. É um bocado esquisita mas foi o que se arranjou. Os pinhais não são própriamente um local de flores embora haja algumas mas o tempo também não ajuda nada.

E chegámos ao fim da caminhada. 4 kms é muito pequena mas era o que havia.

E agora toca a descansar um pouco. Todo este pessoal precisava de um pequeno exercício de relaxamento mas como não há, sentam-se ao sol. Mas o passeio foi bonito, muito bem organizado e eu gostei muito.

 

MARCHA-PASSEIO DE SANTA LUZIA:

31/JAN/2010 – Saímos de Olhão às 9 da manhã e meia-hora depois estávamos em Santa Luzia, perto de Tavira, para nos integrarmos na Marcha-Passeio ou Marcha-Corrida ou Caminhada. Afinal qual será a palavra exacta? Eu, cá por mim, vou mais por Caminhada, porque é isso mesmo que nós fazemos. Marcha não me parece. Não vejo ninguém a marchar e Corrida contam-se pelos dedos de uma só mão aqueles que o fazem.
Quando lá chegámos já estava a decorrer o aquecimento e como estava um pouco fresco era mesmo o que nós precisávamos.
O pessoal continuava a chegar, cada vez éramos mais e os autocarros também. Mudar a concentração para este local pareceu-me uma muito boa ideia porque o espaço é maior e cabia lá tudo. Até os autocarros. As casas de banho é que continuam a ser um grande problema em todas as terras. Mas a malta lá se vai desenrascando como podem.
Parece-me que o síndroma das partidas é outro problema em quase todos os lugares. O pessoal está todo com o nervoso miudinho e com uma vontade danada de ir estrada fora. Desta vez até deixaram o Presidente da Câmara a falar sózinho. Há por aqui muito por limar ainda, especialmente no que toca a educação cívica. Senhores organizadores, tomem o exemplo das Caminhadas em Portimão. Começam sempre no mesmo sítio. Debaixo daquele insuflável e há sempre alguém para dar a partida. Nunca vi lá ninguém a partir antes de ser dada a partida. Na grande maioria das terras ninguém dá a partida e a desorganização é evidente pois as pessoas partem quando lhes apetece.
Caminhar em estradas de dois sentidos é outro grande problema. As pessoas precisam de ser orientadas para seguirem sempre pela direita e não em toda a largura da estrada como aconteceu aqui. Ainda só vi uma terra, em Porches, onde as pessoas foram devidamente orientadas e cumpriram. É que facilita o trânsito e evitam-se sustos ou acidentes.
É claro que aqui nestes caminhos estreitos é outra conversa. Embora mais estreitos os caminhos são muito mais seguros e a paisagem muito mais bonita. Reparem que até as amendoeiras nos fazem respirar fundo.
Digam lá se não é bonita esta paisagem rural do Algarve?
Nem parece que estamos muito perto da beira-mar. Este é um dos prazeres enormes de uma boa caminhada. Aprecie a paisagem, inspire fundo e esqueça o cigarrinho.
Já viram bem a quantidade de pessoas que começam a apreciar as caminhadas? E hoje estavam muitas aqui em Santa Luzia. Eu diria mais de mil e não devo estar engado.
A Apolónia já foi às laranjas. Ela leva duas na mão mas uma é para mim. A meio do caminho há sempre alguma coisa à nossa espera.
E como estamos a entrar no percurso urbano vamos apreciar outro tipo de paisagem. Observem só as casinhas novas e velhas que são um regalo para a vista. Quem sabe se você não tira alguma ideia para a tal modificação que quer fazer na sua fachada?
Mas não se esqueça de virar a cara para o outro lado onde está a Ria Formosa porque a ria tem muito para ver e quanto mais não seja vá sentindo a maresia pelo nariz acima.
Vê o que faz você ir com os olhos no chão? Passou por aqui mas nem sequer reparou neste lindo banco de jardim todo forrado de azulejos.
E aposto que também não viu estas lindas chaminés novas ou velhas, tanto faz. A verdade é que estão pintadinhas de branco e são um regalo para a vista.
Mas olhem que na ria os barquinhos são mais que muitos e todos juntos fazem um lindo postal.
E estamos quase a chegar. A Apolónia lá vem, mesmo com bicos-de-papagaios desta vez nem sequer é a última. Já começa a ser ‘pró’ nestas coisas.
E não é que temos uma surpresa? No fim da Caminhada ainda nos dão uma camisola. E até se pode escolher o tamanho.
E chegou a altura de tirar o ‘boneco’ para mais tarde recordar. Foi um belo passeio. Foi dos mais fáceis que já fiz e a Apolónia diz o mesmo. Não custou nada e divertimo-nos muito.
Já agora, só um concelho. Se você é reformado, como nós, divirta-se com as flores, por exemplo. Veja só estas duas preciosidades que eu encontrei pelo caminho. Lindas, não são?
Mas não são só as flores que nos podem distrair. Há muita coisa: azulejos, janelas, portas, batentes (que no Algarve chamam ‘manitas’), calçada portuguesa, coretos, monumentos, etc.
As Igrejas, esta em Santa Luzia, são outra grande diversão. Não deve haver terra portuguesa que não tenha uma. Eu nem sequer sou católico mas entro em todas porque há sempre muito para ver.
E as casas típicas, esta em Santa Luzia, são outro fartote que não se pode nem se deve perder.
Já viu como uma pessoa se diverte numa Caminhada? Não basta apenas caminhar. Levante a cabeça e aprecie tudo ao seu redor. Eu bato todo o terreno até onde a minha vista alcança, raramente perco alguma coisa. Já viu as camisolas que eu e a Apolónia ganhámos?
Mas ainda não acabou. No fim da caminhada há sempre um jornal, umas laranjinhas, umas garrafitas de água e uns galhos de plantas para espetar no meu jardim. Às vezes pegam.
Agora vem outro divertimento. Coloco todas as fotografias no computador e vou reapreciando todo o passeio. Escolho algumas e coloco no meu blog. (http://jjsvalentim.spaces.live.com/blog/).

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