Marcha-Passeio aos Machados (15/11/2009):

 Eram 9 da manhã quando saímos de Olhão no autocarro da Câmara. Chegados ao Campo de Futebol de Os Machados logo tratámos de saber o que se ía passar. Fomos fazer o ‘chichi’ do costume e tratámos do aquecimento ao cuidado do professor local. E aí vamos nós estrada fora. Para começar havia umas quantas subidas, ou não estivessemos na serra.  Por entre montes e vales fomos vencendo o caminho. A paisagem era bonita e a vegetação prendia a nossa atenção porque encontrámos muitos medronhos já num estado de maturação que o pessoal não resistiu. Atiraram-se aos medronhos e toca a comer mesmo sem serem lavados. Flores ainda não se vêm nenhumas. E outros frutos são os desta época. Romãs, figos, alfarrobas e amêndoas que já
se comem. Azeitonas e bolotas que ainda não se comem. Os caminhos variavam, como de costume, ora eram de terra batida ou de alcatrão e este sempre ajuda melhor o andar. Fui tirando umas fotografias, como sempre, visto que é o meu entretem e conversando lá vamos seguindo. É incrivel como as mulheres conseguem falar o caminho todo. Num determinado momento fui indo atrás de uma senhora que falava sósinha. Ía contando todos os seus problemas à medida que avançava sem ninguém que lhe prestasse atenção.
 
 
No meio da caminhada, como sempre, há uma garrafinha de água e uma peça de fruta, desta vez uma laranja. Também nos deram uma Senha de papel para que cada um a apresentasse à chegada em troca de um pequeno lanche. Uma estratégia que tem como finalidade contar as pessoas e também evitar que certas pessoas se aproveitem da borla sem o menor esforço, como já vi noutras terras. A fila indiana que estão a ver atrás de nós é para receber o dito lanche.
 
Depois de terminarmos a caminhada havia que relaxar um pouco. Cada um sentava-se onde podia e os conhecidos íam conversando uns com os outros. Como nós só fazemos o percurso menor, apenas 4 kms, porque não temos pedalada para mais havia que esperar espelos que faziam os 8 kms. Mas como nos dão o jornal "O Algarve", que sempre fala de nós, todos têm curiosidade de saber as noticias da última caminhada e assim ficámos a saber que em Martim Longo estavam mais de 700 pessoas, apesar do vento. E quando todos estavam reunidos regressámos a Olhão. Foi uma manhã agradável, como sempre. Até domingo, na Fuzeta.
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